Estreias

•Maio 12, 2009 • Deixe um comentário

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Duas histórias interessantes estão chegando às telonas tupiniquins. Duas histórias de grandes nomes da música brasileira, porém um, na condição de protagonista e o outro, no papel de autor.

O que aconteceu  com o rei do balanço Wilson Simonal, até hoje, é uma incógnita. De ícone dos anos 60 à dedo-duro da ditadura militar, o rapaz de sorriso largo e swing inconfundível sofreu as consequências políticas em 1972, ao se envolver em um caso policial que permance provocando dúvidas. E, é essa a história que baixa nos cinemas de Porto Alegre, na próxima sexta-feira, dia 15/5. A trajetória de Simonal é contada em  Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei, desde sua ascenção à queda, com direção de Cláudio Manoel [do Casseta & Planeta], Micael Langer e Calvito Leal.

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Para os curiosos sobre a vida em Budapeste , a obra de Chico Buarque traça o perfil da cidade com todos os seus cantinhos, costumes, clichês, com tudo o que tem direito. O livro Budapeste é mais uma grande obra a ter adaptação para o cinema. Nunca havia lido nada de Chico, e ao terminar a leitura, com rapidez, tive uma graaande e gostosa surpresa. Sim!! Este pertence ao time dos livros que você não consegue parar de ler, até saber o que acontecerá com o protagonista, no caso, o “escritor fantasma” José Costa. O cara é contratado para escrever uma autobiografia de nome “O Ginógrafo”, e se perde em um confilto existencial e criativo, pois o talento dele é fora do comum. Para completar, tem um sócio que o explora, e nesse caos, ao invés de mera escrita, ele se dedica a mais fina literatura. Sem querer vai a Budapeste, uma cidade que não imaginaria contruir vínculos afetivos tão grandes e para sempre. Estou curiosa para ver como ficou tudo isso na telona! Dia 22/05! Imperdível!

Grandes encontros com o Prof. Ruy!

•Maio 9, 2009 • Deixe um comentário

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**** Viva  a “transgressão produtiva”!

A expressão dita por  Caco Barcellos, em entrevista na noite da última quinta-feira [08/05], ao Prof. Ruy Carlos Ostermann, no Studio Clio, em Porto Alegre, tirou meu sono! E assim acontece, sempre que ouço as histórias exemplares da trajetória desse repórter. Transgredir regras jornalísticas em busca da apuração correta dos fatos, é bom, deve ser feito. Jornalista tem que bater pé e farejar na trilha do que é justo, não? Tentar, ao menos, cheirar no caminho das verdades. Transgredir é preciso! Não aceitar o pronto, o feito, o dito, aquilo tudo mastigado, engolido e  vomitado nos veículos midiáticos na base do prato feito, do control C plus control V.

**** Frases da noite:

[Na vida] A GENTE SE DIVIDE ENTRE AS PESSOAS QUE BRECAM E AS QUE ACELERAM. EU PERTENÇO ÀS QUE ACELERAM”.

” SOU UM GRANDE OBSERVADOR. EU GOSTO DE SER TESTEMUNHA DA HISTÓRIA DOS OUTROS”.

” SE NÃO FOSSE JORNALISTA, EU SERIA JOGADOR DE FUTEBOL. SOU UM FALSO PONTA ESQUERDA [risos] PORQUE NAO CORRO EM UMA DIREÇÃO, VOU SEMPRE NA DIAGONAL.”

****Em tempo
: Parabéns com louvor ao colega do curso de Sociologia da Universidade de Dublin, Shane Fitzgerald, de 22 anos, por provar que grandes veículos de comunicação se comprometem com tudo –  menos com a verdade. O rapazinho inventou e publicou uma frase no site de pesquisa Wikipedia, que atribuiu ao compositor morto, Maurice Jarre. Diversos veículos ao redor do mundo a publicaram, sem questionar! Dá-lhe o control C e control V, os grandes aliados da falta de…TEMPO do século XXI!

****Nariz de palhaço, já!

Salve Jorge e o Choro!

•Abril 23, 2009 • Deixe um comentário

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Dia 23 de abril é dia bom, é dia forte! Hoje se comemora o Dia Nacional do Choro, mas a comemoração não foi instituida desde longa data. Na verdade, se festeja o choro desde 2000, e  o dia foi escolhido para homenagear o nascimento de um dos maiores poetas de nossa história: Pixinguinha.

Nascido em 1897, o autor do inesquecível hit das boas rodas de samba, “Carinhoso”, estaria completando hoje 112 anos. O apelido, dado por uma prima,  significa “menino bom”. E que menino bom! Para outros, Alfredo da Rocha Vianna ganhou o apelido por conta de uma varíola, que transformou seu rosto em uma… bexiguinha! E aí que o Alfredo virou Pixinguinha, que virou um dos nomes mais consagrados da música brasileira.  O bom menino nos deixou em 1973, mas foi só o menino… Sua obra permanece viva, emocionando todas as idades!

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Outro guerreiro é festejado também hoje: São Jorge, o guardião dos fracos e oprimidos!
Seus devotos são milhares e meninos bons também tem o seu nome: Jorge Ben Jor, Seu Jorge, Jorge Aragão, Jorginho do Trompete…Guerreiros, músicos, que lutam e brilham todos os dias com suas obras!

Salve São Jorge e todos os jorges abençoados desse Brasil!

Enfim, de volta!

•Abril 8, 2009 • Deixe um comentário

12Eta, blogueira desnaturada! Pariu o filho cibernético e o abandonou, mas…momentaneamente!!
Essa coisa da falta de armários e condições técnicas para a colocação da internet na minha antiga casa (sim! em breve, estarei de casa nova!), dificultou as postagens, as ideias, a minha vida! Fiquei off do mundo, “internetando” da casa do namorado, dos amigos generosos, das lans, das bibliotecas públicas, de qualquer lugar que tenha conexão. Só isso: conexão!

Nesse hiato provocado pela falta da tecnologia “conectiva” no meu endereço, muitas coisas aconteceram, evidentemente: troca de emprego,  escolha do tema para a pesquisa do meu trabalho de conclusão,  visita aos amigos de infância, são paulo, los hermanos, radiohead, sanduíche de mortadela e casamento! Sim, caros… casamento…ou melhor ajuntamento, amontoamento, “dividimento” de um espaço com uma pessoa bem bacana, que se quer pra sempre, correto? Então, sem noção de como chamar isso em nossos dias conturbados, corriqueiros, apressados, enfim… cotidiano à dois!

Certo mesmo é que ficar off, às vezes, é bom… Melhor ainda, quando há novidades,  mudanças, surpresas, novos ares e sabores, como a delícia de sanduíche de mortadela do Mercadão ( se não comeu ainda, demorou!), ou ainda, o sabor do reencontro com gostinho de velho,  com cheiro de revival,  de saudade, como aconteceu com o Los Hermanos, dia 22 do mês passado na Chácara do Jockey, em SP. E como o “novo sempre vem”, já lanço a campanha “ Vitor Araújo, toque pra gauderiada!”. O guri, pernabucano, arrepia no piano e precisa fazer um show aqui no Sul!

Sem mais delongas, de volta às teclas, para nunca mais deixá-las!

40 anos tinindo, trincando!

•Fevereiro 12, 2009 • Deixe um comentário

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Enquanto nas décadas de 50 e 60, a Bossa Nova e os festivais da canção eram a curtição da galera, a partir de 1969, a história da música brazuca ganhou um personagem importante e riquíssimo em sonoridades. Nesse ano, cabeludos ripongas reuniram seus talentos num corpo só, formando Os Novos Baianos.

Misturar o dim dom da bossa, frevo, rock, choro e baião era a grande arte dessa trupe, que com um pé na Tropicália, lançou trabalhos marcantes, dentre eles o antológico Acabou Chorare, eleito pela revista Rolling Stone, o melhor álbum de música brasileira da história! É mole? É ferro na boneca! – expressão usada pelo grupo e que deu origem ao título do primeiro disco.

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Moraes Moreira, Luiz Galvão, Baby Consulelo, Paulinho Boca de Cantor e Pepeu Gomes eram as cabeças musicantes dos Baianos, acompanhados do talento do grupo A Cor do Som, no qual Dadi [hoje, o grande baixista trabalha com Marisa Monte!] foi descoberto e virou titular dos Novos Baianos F.C!

Escreveria horas e teceria os mais belos elogios sobre a história desses caras que largaram tudo na Bahia e vieram para o Rio de Janeiro, em 70, viver literalmente como em uma república e fazer o que melhor sabem: música! 

A preocupação com a cultura musical brasileira e suas possibilidades de ritmos e misturas alçou os Novos Baianos para grandes vôos e fez com que escrevessem seus nomes no capítulo da evolução da música tupiniquim. Os meninos, com jeito maroto, de letras singelas e fraseados melódicos ousados, não sabiam que através dessa simplicidade fariam belezas que cantarolamos hoje, e sempre.

Uma possível volta?

Em meados de 77, o grupo já estava enfraquecido devido aos esforços destinados as carreiras solo dos componentes. O álbum Praga de Baiano marcou bem essa época, e Farol da Barra foi o último trabaho do grupo, homenagenando Ari Barroso e Dorival Caymmi. Na década de 90, os baianos ainda se reuniram para algumas apresentações, e em 1997 , com sua formação original lançaram o disco Infinito Circular, apoiados por Marisa Monte, que acreditava num retorno dos moços.

Embora a hipótese da volta seja extremamente remota, as figuras dos baianos continuam a dar seu ar da graça e talento. Vide Pepeu em sua participação no Grammy Latino 08! Não teve pra ninguém!
Se o Led Zeppelin fez sua reunião, que Os Novos Baianos nunca digam nunca!

>>>>>BRASIL PANDEIRO

>>>>MISTÉRIO DO PLANETA

O Pasquim está de volta

•Fevereiro 4, 2009 • Deixe um comentário

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Após ter sua primeira edição lançada em 1976, a coletânea O SOM DO PASQUIM ganha nova publicação! Para os que ainda não conhecem a obra, o livro reúne as melhores entrevistas realizadas pelo semanário irrevente, com a crème de la crème da música brasileira, desde o seu surgimento em 1969.

A reedição está recheada de entrevistados bacanas, como Chico Buarque, que conta ter roubado carros na adolescência, e Tom Jobim, que confessa ter escrito a canção Sabiá durante o 3º Festival Internacional da Canção, só para se livrar do fardo de ser jurado do tal evento.

O PASQUIM foi um dos maiores fenômenos da comunicação impressa no Brasil. No seu auge, em meados de 1970, atingiu a tiragem de 200 mil exemplares! E não tinha papas na língua! Logo, seus entrevistados também não, e era justamente isso o que o tornava especial, uma espécie de confessionário de idéias. 

Alguns entrevistados como Roberto Carlos, Maria Bethânia e Agnaldo Timóteo não permitiram a publicação de suas entrevistas nessa reedição.  Timóteo, por exemplo, afirmou em sua entrevista na época, que Caetano Veloso  “não sabia cantar” e que  linha melodiosa de Chico Buarque “era uma merda”.

Apimentado e incrivelmente inteligente,  O PASQUIM reuniu o que podemos chamar de conteúdo, através do humor. Entre o time de cabeças pensantes e brilhantes que colocavam o semanário pra rodar estavam Millôr Fernades, Ziraldo, Rubem Fonseca, Antônio Callado e Paulo Francis.

A  obra,  organizada por Tárik de Souza, faz parte da comemoração dos 40 anos do nosso querido jornal “nanico” e está disponível nas livrarias do país.

O quê? O SOM DO PASQUIM
Editora Desiderata, São Paulo, 2008 – Organização – Tárik de Sousa
Quanto? R$ 39,90
336 páginas

E veio o Little Joy..

•Janeiro 31, 2009 • Deixe um comentário
Reprodução, Tadeu Vilani

Reprodução, Tadeu Vilani

Embora ainda esteja a cortar meus pequenos pulsos pelo meu não comparecimento ao show do LITTLE JOY, no último dia 27, no infernalmente quente Bar Opinião, em Porto Alegre, fiquei muito feliz com os comentários e informaçãoes através da cobertura bacanérrima feita pelos meus amigos do clicRBS, Danilo Fantinel, Mariana Romais e Cristina Espinoza! Vídeos, entrevistas exclusivas, trechos do show…tudo em um post fofo no blog Volume..

Em função disso, bateu nostalgia…por não ter visto a performance do trio de pertinho..assim eles ficaram a semana inteira a tocar e tocar no meu inseparavél mp4. Até porque, o álbum de estréia de Binki, Fab e Amarante é uma ótima companhia para suportar esse dias quentes de verão…

Saudades do Little Joy que, mesmo jamais tendo visto,  a música dos moços soa muito familiar, um velho amigo para os meus ouvidos… vai ver é o clima sessentista, um clima  de  ”a gente era feliz e não sabia”…

Histórias de Nara

•Janeiro 22, 2009 • Deixe um comentário

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Eu sei, eu sei…dia 19 de janeiro já passou, e sinto muito não ter atualizado esse humilde blog no dia em que estive de ”anos em festa”, como dizia minha vó…
O dia 19 de janeiro de 83 é especial, mas ainda mais marcante foi no ano de 1942. O mundo dava boas-vindas à NARA LEÃO, uma das personagens mais fortes e decisivas na história daquela música que se tocava baixinho, com uma levada diferente, e que mais tarde foi chamada de Bossa Nova.

Aos 14 anos, Nara começou a estudar violão na academia de Carlos Lyra e Roberto Menescal. Dali a um passo, passou a ser professora na academia, e as reuniões musicais em seu apartamento em Copacabana fervilhavam!

De jeito tímido e olhar inesquecível, Nara ganhou o público brasileiro. Sua voz baixa contrastava com sua personalidade, repleta de força, coragem e opinião. Nara faz falta a música brasileira, mas sua obra continua a alegrar os meus dias!

CAUSOS…
Afastada temporariamente dos palcos e estúdios de gravação, Nara Leão recebeu, em 1974, a visita do compositor, arranjador e produtor Roberto Menescal, que queria convencê-la a fazer um novo disco.

 – Faz muito tempo que não converso com os compositores em busca de músicas novas – disse ela.
Mas, pelo menos, você tem vontade de cantar alguma coisa? – perguntou Menescal.
Ultimamente, Roberto, eu só canto para os meus filhos.
E o que você canta para eles?
Aquelas músicas que eu cantava quando a gente nem pensava em bossa nova.

(Diálogo transcrito por Sérgio Cabral, em Nara Leão, Uma Biografia. Lumiar Editora, 2001)

Que beijinho doce…

•Janeiro 16, 2009 • 1 Comentário

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Hoje pela manhã, fazendo minha visita rotineira ao site da revista Bravo, um artigo online chamou minha atenção. O “assunto do dia” da publicação não poderia ser outro: a vilã Flora, da novela  A Favorita. O tema abordado pela jornalista Scheyla Miranda, me deixou com a pulga atrás da orelha, com a pergunta:  Por que gente que nunca viu novela assiste A Favorita? Ao enumerar as paixões do povo brasileiro, quase sempre esquecemos que, além do clichê “Carnaval e Futebol”, a novela certamente vem no rabixo! Ah, a telenovela…

Quantas vezes o país já parou para assistir ao último capítulo de um folhetim global? Inúmeras! Quem matou Odete Roitman? Qual será o final da malvada, de Senhora do Destino, Dinorah? E o assassino de Taís, de Paraíso Tropical? Quem foi?

Estou há léguas de ser uma assídua telespectadora das incríveis histórias do horário nobre, mas como boa brasileira, o último capítulo, confesso: gosto de assitir. E tem que ser o último! Há uma sensação de prazer indescritível em ver o final daquilo que muita gente acompanhou e esperou meses assitindo. Aí você chega, vê o fim, e entende tudo o que aconteceu, mesmo tendo visto somente míseros capítulos. Saber o final de uma novela vem da nossa curiosidade em confirmar se o vilão teve o que merecia, e se a mocinha viveu feliz para sempre, como acontece nos livros de história.. É acompanhar o consenso coletivo de que existe sim, o bem e o mal, e inconscientemente, acreditar que a história da minha vida pode ter um final feliz? [indagações dignas de estudo!]

Talvez, a paixão pela telenovela e principalmente pelo seu desfecho, resida nas suas tramas mirabolantes e seus personagens repletos de altos e baixos, um quase boom de sentimentos e de reviravoltas, que seriam em muitos casos, adoráveis na nossa vida real…

Melhor ainda, quando o vilão é um cara perverso, com personalidade cativante.  Concordo com a jornalista Sheyla quando diz em seu texto que ” Os vilões são o tempero e o trunfo de uma boa novela.”  De modo surpreendente, o estereótipo da típica mocinha, aquele perfil mulher loira, linda e angelical, interpretado pela atriz Patrícia Pillar, pela primeira vez, foi sinônimo de um ser ruim, sádico e sem escrúpulos! Tudo isso com muito bom humor! 

Hoje deitarei no sofá, colocarei os pés pra cima e ficarei  aguardando o que acontecerá com a terrível Flora, e com o destino da desajeitada Donatela…

O sucesso caipiresco BEIJINHO DOCE, de Nhô Pai, e imortalizado nas vozes da dupla Tonico e Tinoco, nunca foi tão lembrado. A canção,  interpretada por uma infinidade de artistas brasileiros, agora também deixa sua marca na história da teledramaturgia brasileira nas vozes de Faísca e Espoleta [Cláudia Raia e Patrícia Pillar].

Adoro essa versão:
>>>>> Eliana e Adelaide Chiozzo – ‘Beijinho Doce’ [1950]

Pipoca + cinema + música= TITÃS

•Janeiro 14, 2009 • Deixe um comentário

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Não entendeu nada?
Eu explico!
Sexta-feira, dia 16 de janeiro, estréia nas salas de cinema tupiniquins, o documentário TITÃS – A VIDA ATÉ PARECE UMA FESTA.

Quase 22 anos de registros de imagens, em sua maioria inéditas, compõem momentos de turnê, festas e bastidores de uma das maiores bandas de rock brazuca.

Com direção de Branco Mello, o filme já foi apresentado no festival do rio de 2008 e na 32ª Mostra Internacionald e Cinema de São Paulo. E montar esse material não foi fácil. Para árdua tarefa de compilar cerca de 200 horas de imagens, Branco Mello escalou o diretor Oscar Rodrigues Alves, o responsável pelo lindo clipe da canção Epitáfio.

Após seis anos de produção, o documentário está pronto.  O filme, que chegou a ter duas horas  e meia de duração, tem 50 minutos e esperando para ser degustado e apreciado por fãs e todos aqueles que querem conhecer um pouco mais sobre um dos personagens cruciais da história do rock brasileiro!

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